Observatório da Indústria — FIEB

Tarifaço Trump: impacto nas exportações brasileiras e baianas para os EUA

Análise do impacto das tarifas norte-americanas sobre a pauta exportadora do Brasil e da Bahia, com comparativo em relação a 2024.

📅 Ano-base: janeiro–dezembro 2024 📊 Fonte: Comex Stat / MDIC 🏛 Elaboração: Observatório da Indústria — FIEB

Cronologia das tarifas norte-americanas sobre o Brasil

Análise das principais medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos em relação ao Brasil entre abril de 2025 e fevereiro de 2026, com seus fundamentos legais e impactos sobre a pauta exportadora brasileira.

Relações econômicas Brasil–EUA
Brasil e Estados Unidos mantêm uma relação econômica sólida e estratégica, baseada no comércio, nos investimentos e na integração produtiva. Os EUA são o principal parceiro do Brasil em exportações da indústria de transformação — especialmente produtos com maior intensidade tecnológica —, comércio de serviços e investimentos bilaterais.

Na posse de seu segundo mandato, o presidente Donald Trump retomou a política comercial America First, fundamentada em três pilares: proteção da indústria nacional, segurança econômica e redução dos desequilíbrios nas relações comerciais. Nesse contexto, a Ordem Executiva 14.257, de 2 de abril de 2025, instituiu uma tarifa adicional básica de 10% sobre todas as importações, além de tarifas recíprocas em patamares mais elevados para países com os quais os EUA mantêm os maiores déficits comerciais. Posteriormente, a Ordem Executiva 14.323 adicionou 40% sobre produtos brasileiros, resultando em uma sobretaxa de até 50% sobre parte relevante da pauta exportadora nacional.

Em 20 de fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos EUA invalidou as sobretaxas impostas com base na IEEPA, extinguindo as tarifas adicionais de 10% e 40% e substituindo-as por uma tarifa base de 10% aplicável a todos os países. Permanecem vigentes as medidas setoriais da Seção 232 — aço, alumínio e cobre (até 50%), automóveis e autopeças (25%), madeira serrada (10%), móveis estofados, armários e gabinetes (25%) — além de investigações em curso para caminhões, ônibus e semicondutores que podem resultar em novas sobretaxas.
Situação tarifária vigente (fev/2026)
Aço e alumínio: 50% — Seção 232 (permanente)
Demais produtos: 10% global temporária — Lei de 1974 (150 dias)
Tarifa recíproca IEEPA (10% + 40%): derrubada pela Suprema Corte
Fase 1 — Escalada tarifária
2 de abril de 2025 — "Liberation Day"
Tarifa "recíproca" de 10% sobre todos os produtos brasileiros IEEPA
Com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), o governo Trump decreta tarifa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. É o primeiro impacto direto sobre a pauta exportadora nacional.
Junho de 2025
Aço e alumínio sobem para 50% Seção 232
Com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial — instrumento legal distinto do IEEPA —, os EUA elevam as tarifas sobre aço e alumínio a 50%. As tarifas setoriais da Seção 232 possuem base legal própria, independente das medidas de emergência do IEEPA.
Julho / agosto de 2025
Nova sobretaxa de 40%: alíquota acumulada chega a 50% em grande parte da pauta IEEPA
Decreto presidencial adiciona 40% sobre ampla lista de produtos brasileiros, elevando a carga tarifária total para até 50%. As medidas entram em vigor em agosto, acompanhadas de extensa lista de exceções para determinados produtos.
Fase 2 — Isenções setoriais
Novembro de 2025
EUA retiram tarifa de 40% de novos produtos Isenção parcial
Os EUA ampliam a lista de produtos brasileiros isentos da sobretaxa de 40%, incluindo café, carnes e frutas. Produtos industriais seguem com tarifas elevadas.
Fase 3 — Virada jurídica
20 de fevereiro de 2026
Suprema Corte dos EUA invalida o uso do IEEPA para tarifas amplas Decisão judicial
A Suprema Corte derruba a base legal do IEEPA como instrumento para imposição de tarifas comerciais amplas. Com isso, caem a tarifa recíproca de 10% e a sobretaxa de 40% sobre o Brasil. As tarifas sobre aço e alumínio, baseadas na Seção 232, permanecem intactas. Estimava-se que, antes dessa decisão, 22% das exportações brasileiras ainda estavam sujeitas à sobretaxa de 40%. A medida beneficia produtos como armamentos, máquinas de construção, máquinas agrícolas, motores, madeira e café solúvel.
20 de fevereiro de 2026 — mesmo dia
Trump anuncia tarifa global temporária de 10% por 150 dias Lei de 1974
Com base em dispositivo da Lei de Comércio de 1974 — distinto do IEEPA —, o presidente Trump decreta tarifa universal de 10% aplicada a todos os países, incluindo o Brasil, por 150 dias. A medida se soma às tarifas setoriais já vigentes. O Brasil passa a estar em condições tarifárias equivalentes às de seus concorrentes.
Fase 4 — Novas investigações e ajustes setoriais
2 de junho de 2026 — Em consulta pública
Seção 301 — Investigação sobre práticas comerciais do Brasil Proposta
O USTR propõe tarifa adicional de 25% sobre todos os bens brasileiros importados pelos EUA, com isenções para categorias e produtos específicos em 1.690 linhas tarifárias. A recomendação não possui efeito imediato: ainda deverá passar por processo de consulta pública e realização de audiências antes de qualquer determinação final.

📄 Ver proclamação completa (USTR)
3 de junho de 2026 — Em consulta pública
Seção 301 — Investigação sobre trabalho forçado (60 países) Proposta
No âmbito de investigação que abrange 60 economias, o USTR propõe tarifa adicional de 10% a 12,5% sobre produtos oriundos de países investigados por uso de trabalho forçado. A recomendação para o Brasil é de 12,5%. Assim como a Seção 301 geral, a medida não possui efeito imediato e depende de consulta pública e audiências para determinação final.
3 de junho de 2026
Ajustes nas tarifas da Seção 232 sobre metais Seção 232
Concluída a investigação, o governo americano anunciou, por meio de uma Proclamação Presidencial, ajustes em determinadas tarifas da Seção 232 sobre metais para abordar de forma mais eficaz as ameaças à segurança nacional dos EUA.
Próximos passos — Investigações da Seção 301
1º de julho de 2026
Prazo para comentários públicos Aguardado
O governo norte-americano abriu prazo para receber comentários sobre as propostas da Seção 301 até 1º de julho de 2026.
6 de julho de 2026
Audiência pública Aguardado
Uma audiência pública está marcada para 6 de julho de 2026 para debate das propostas apresentadas pelo USTR.
15 de julho de 2026
Prazo para decisão do USTR Aguardado
O USTR tem até 15 de julho de 2026 para decidir se adotará medidas de resposta com base nas investigações da Seção 301.
Cenário atual
A partir de fevereiro de 2026
Estrutura tarifária vigente para o Brasil Em vigor
Aço e alumínio: 50% (Seção 232, base legal permanente)
Demais produtos: 10% global temporária (150 dias, Lei de 1974)

Permanecem as medidas setoriais da Seção 232 e demais instrumentos tarifários vigentes:

Aço, alumínio e cobre: até 50% (Seção 232)
Automóveis e autopeças: 25%
Madeira serrada: 10%
Móveis estofados de madeira, armários e gabinetes: 25%

Há, ainda, investigações em curso que podem resultar em novas sobretaxas setoriais para caminhões, ônibus e semicondutores.
Exportações brasileiras aos EUA — estrutura tarifária vigente pós-fevereiro de 2026 (base: pauta de 2024)
Tarifa adicional aplicada Total de produtos Total (%) Exportações 2024 (US$ mi) Participação 2024 (%)
Produto isento das tarifas adicionais 405 6,67% 16.728,32 39,5%
10% (Seção 122) 4.593 75,63% 17.476,14 41,3%
10% (Seção 122 — Se destinado à aviação civil, 0%) 506 8,33% 3.101,46 7,3%
10% (Seção 232 — Madeira) 13 0,21% 127,34 0,3%
10% (Seção 232 — Ônibus) 2 0,03% 0,01 0,0%
25% (Seção 232 — Caminhões e peças) 22 0,36% 399,47 0,9%
25% (Seção 232 — Madeira) 6 0,10% 38,44 0,1%
25% (Seção 232 — Veículos e autopeças) 256 4,22% 1.168,99 2,8%
50% (Seção 232 — Aço e alumínio) 209 3,44% 3.073,83 7,3%
50% (Seção 232 — Cobre) 61 1,00% 235,03 0,6%
Total 6.073 100,00% 42.349,03 100,0%
Fonte: MDIC / Comex Stat

Impacto nas exportações brasileiras ao EUA

Selecione um marco do tarifaço para visualizar o impacto estimado sobre as exportações brasileiras ao EUA naquele momento. Os cenários intermediários são estimativas baseadas nas tarifas vigentes em cada fase.

Exportações BR → EUA (base)
2024
Exportações BR → EUA (2025)
Fase selecionada
Variação
vs. mesmo período 2024
Impacto absoluto
Diferença 2025 vs. 2024
Exportações mensais totais Brasil — todos os destinos (US$ bilhões)
Dados reais mensais — 2024 vs. 2025
2024 2025
Exportações mensais BR → EUA (US$ bilhões)
Dados reais mensais — 2024 vs. 2025
2024 2025 (período destacado = janela selecionada) +% / −% Variação 2025/2024 sobre os pontos
Exportações BR → EUA por faixa tarifária (2025)
Valor exportado em 2025 por faixa tarifária vigente
50% Tarifas anteriores 10% 40% 25%
Variação 2025 vs. 2024 por faixa tarifária
Total exportado aos EUA em 2025 vs. total dos mesmos produtos em 2024, agrupado pela tarifa vigente em 2025
Queda Alta
Nota metodológica: Os valores apresentados são dados reais mensais do Comex Stat/MDIC. Ao selecionar cada fase, o painel exibe o acumulado do período a partir daquele marco até dezembro de 2025, comparado ao mesmo período de 2024. A janela destacada no gráfico de linha indica os meses considerados no cálculo.

Impacto nas exportações baianas ao EUA

Selecione um marco do tarifaço para visualizar o impacto estimado sobre as exportações da Bahia ao EUA naquele momento.

Exportações totais BA 2024
US$ 11,9 bi
Todos os destinos
Exportações totais BA 2025
US$ 11,5 bi
Todos os destinos
Part. EUA nas exp. baianas
7,1%
Em 2025 (era 7,4% em 2024)
Part. BA nas exp. BR → EUA
2,2%
Do total brasileiro exportado aos EUA
Exportações BA → EUA (base)
2024
Exportações BA → EUA (2025)
Fase selecionada
Variação
vs. mesmo período 2024
Impacto absoluto
Diferença 2025 vs. 2024
Exportações mensais totais Bahia — todos os destinos (US$ milhões)
Dados reais mensais — 2024 vs. 2025
2024 2025
Exportações mensais BA → EUA (US$ milhões)
Dados reais mensais — 2024 vs. 2025
2024 2025 (período destacado = janela selecionada) +% / −% Variação 2025/2024 sobre os pontos
Exportações BA → EUA por faixa tarifária — a partir de nov/2025
Distribuição do valor exportado em 2025 segundo a tarifa vigente a partir de novembro de 2025
Tarifas ant. 10% 50% 25% 40%
Top 10 produtos tarifados BA → EUA — 2024 vs. 2025
Produtos com tarifa vigente (excl. tarifas anteriores) — valor exportado em US$ milhões
2024 2025

Cenário atual — Pós-Suprema Corte (2026)

Em 20 de fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos EUA invalidou as tarifas impostas via IEEPA, suspendendo as sobretaxas de 10% e de até 40% que incidiam sobre produtos baianos e brasileiros. No mesmo dia, foi instituída nova tarifa global temporária de 10% com base na Seção 122, com vigência de até 150 dias.

Estrutura tarifária vigente (a partir de fev/2026): Aço, alumínio e cobre mantêm tarifa de até 50% (Seção 232). Automóveis e autopeças: 25%. Madeira serrada: 10%. Móveis estofados, armários e gabinetes: 25%. Pneus: 25%. Demais produtos: tarifa global de 10% (Seção 122, temporária). O Brasil segue também sob monitoramento da Seção 301, que pode resultar em novas medidas.
Exp. BA afetadas — antes (nov/2025)
67,6%
Da pauta BA → EUA sob sobretaxas de 10% a 50%
Exp. BA afetadas — atual (pós-fev/2026)
58%
Com incidência tarifária de até 25% — tarifa de 40% eliminada
Tarifa efetiva média — antes
~34%
Estimativa ponderada sobre pauta BA → EUA
Tarifa efetiva média — atual
~8%
Com suspensão das medidas emergenciais IEEPA
Isentos de sobretaxa (pós-fev/2026)
~32,4%
Da pauta BA → EUA · antes sujeitos a até 40% ou 50%
Tarifa global 10% (Seção 122)
US$ 410,8 mi
46,6% da pauta BA → EUA sob nova tarifa de 10%
Pneus — tarifa 25% mantida
US$ 103,0 mi
~12% dos embarques BA → EUA (tarifas setoriais)
Jan–Abr 2024 (pré-tarifaço)
US$ 286,1 mi
Linha de base sem sobretaxas
Jan–Abr 2025 (1º ano)
US$ 279,7 mi
−2,2% vs. 2024 · sob tarifas até 50%
Jan–Abr 2026 (pós-IEEPA)
US$ 235,2 mi
−15,9% vs. 2025 · −17,8% vs. 2024
Ano completo 2024
US$ 882,1 mi
Referência anual pré-tarifaço
Ano completo 2025
US$ 821,4 mi
−6,9% vs. 2024
Projeção 2026 (base jan–abr)
US$ 705 mi
Estimativa anualizada · −14,2% vs. 2025
Benefícios da suspensão do IEEPA para a Bahia:
Produtos antes em 40% → isentos: ferrocromo, magnésia eletrofundida e éteres acíclicos passaram a não ter sobretaxa adicional além da tarifa base de 10%.
Produtos antes em 50% → tarifa global de 10%: produtos químicos (benzeno, butadieno, ácido acrílico), ferrossilício, peixes, uvas, entre outros, reduziram drasticamente sua alíquota.
A tarifa efetiva média estimada recua de ~34% para ~8%, e o Brasil passa a operar em condição de maior igualdade competitiva em relação aos demais exportadores.
Riscos e incertezas persistentes: Permanecem em vigor tarifas da Seção 232 (aço, alumínio, cobre) e tarifas setoriais (pneus 25%). A nova tarifa de 10% da Seção 122 tem caráter temporário (até 150 dias), evidenciando a necessidade de monitoramento contínuo. Adicionalmente, o Brasil segue sob investigação da Seção 301, mecanismo que pode resultar em novas medidas tarifárias ou restrições comerciais.
Série histórica mensal BA → EUA — 2024, 2025 e 2026 (US$ milhões)
Linha contínua para 2024 e 2025 (jan–dez). Linha pontilhada para 2026 (jan–abr disponíveis). Marco vertical em fevereiro/2026 indica a decisão da Suprema Corte.
2024 2025 2026 (jan–abr) — Marco: Suprema Corte (fev/2026)
Comparativo jan–abr: 2024, 2025 e 2026
Valor total exportado ao EUA no primeiro quadrimestre de cada ano (US$ milhões)
Variação mensal 2026 vs. 2025 e 2024
Variação % de cada mês de 2026 em relação ao mesmo mês de 2025 e 2024
2026 vs. 2025 2026 vs. 2024
Leitura dos dados de 2026: Janeiro e março registraram quedas expressivas (−32,0% e −30,5% vs. 2025), mesmo após a derrubada do IEEPA. Fevereiro e abril mostraram recuperação (+2,7% e +8,4% vs. 2025). O quadrimestre acumulado de 2026 (US$ 235,2 mi) é o mais baixo dos três anos comparados, ficando 17,8% abaixo do pré-tarifaço de 2024.
Estrutura da pauta BA → EUA a partir de fevereiro de 2026

Distribuição das exportações baianas ao EUA por faixa tarifária vigente após a decisão da Suprema Corte, com base nos dados de referência (2024). Comparativo com a estrutura anterior ao tarifaço.

Faixa tarifária Valor (US$ mi) Participação Nº produtos Principais produtos
10%
Seção 122 — temporária 150 dias
410,9 46,6%
274 Pasta p/ dissolução (US$ 120,6 mi), butadieno (US$ 45,9 mi), benzeno (US$ 38,7 mi), ferrossilício (US$ 26,7 mi)
Tarifas anteriores
Isentos de sobretaxa adicional
368,4 41,8%
111 Celulose não conífera (US$ 96,0 mi), manteiga de cacau (US$ 51,2 mi), mangas (US$ 37,5 mi), ferrocromo (US$ 36,2 mi)
25%
Tarifas setoriais permanentes
102,8 11,7%
3 Pneus para automóveis (US$ 99,7 mi), pneus para ônibus (US$ 2,2 mi), outros pneumáticos (US$ 0,9 mi)
Total 882,1 100% 388 Base de referência: exportações BA → EUA em 2024
Comparativo mensal jan–abr: 2024, 2025 e 2026
Exportações mensais BA → EUA — jan a abr de 2024, 2025 e 2026 (US$ milhões)
Comparativo mês a mês dos três anos. Permite identificar a trajetória do impacto tarifário no mesmo período.
2024 (pré-tarifaço) 2025 (1º ano sob tarifas) 2026 (pós-Suprema Corte)

Destinos das exportações brasileiras — 2024 vs. 2025

Comparativo dos 20 principais destinos das exportações brasileiras, com variação percentual e absoluta entre 2024 e 2025. Permite avaliar a reconfiguração da pauta exportadora no contexto do tarifaço.

EUA — variação 2025 vs. 2024
−6,7%
−US$ 2,7 bi | De US$ 40,4 bi para US$ 37,7 bi
China — variação 2025 vs. 2024
+5,9%
+US$ 5,6 bi | De US$ 94,4 bi para US$ 99,9 bi
Argentina — variação 2025 vs. 2024
+31,4%
+US$ 4,3 bi | De US$ 13,8 bi para US$ 18,1 bi
Índia — variação 2025 vs. 2024
+30,2%
+US$ 1,6 bi | De US$ 5,3 bi para US$ 6,9 bi
Top 20 destinos — exportações brasileiras 2024 vs. 2025 (US$ bilhões)
Barras agrupadas: azul claro = 2024 | azul escuro = 2025. Ordenado por valor 2025.
2024 2025
Variação percentual — principais destinos 2025 vs. 2024
Crescimento ou queda nas exportações por destino. Ordenado do maior crescimento para maior queda.
Alta Queda
Bahia — destinos das exportações

Top 20 destinos das exportações baianas em 2025 comparados a 2024.

EUA — variação 2025 vs. 2024
−6,9%
−US$ 60,7 mi | De US$ 882,1 mi para US$ 821,4 mi
Canadá — variação 2025 vs. 2024
+47,3%
+US$ 394,7 mi | De US$ 835,0 mi para US$ 1,2 bi
Índia — variação 2025 vs. 2024
+111,4%
+US$ 70,4 mi | De US$ 63,1 mi para US$ 133,5 mi
Turquia — variação 2025 vs. 2024
−38,5%
−US$ 86,9 mi | De US$ 225,6 mi para US$ 138,7 mi
Top 20 destinos — exportações baianas 2024 vs. 2025 (US$ milhões)
Barras agrupadas: azul claro = 2024 | azul escuro = 2025. Ordenado por valor 2025.
2024 2025
Variação percentual — principais destinos baianos 2025 vs. 2024
Crescimento ou queda nas exportações por destino. Ordenado do maior crescimento para maior queda.
Alta Queda

Principais produtos — Brasil

Desempenho dos principais produtos da pauta exportadora brasileira aos EUA em 2025, com variação frente a 2024 e respectiva faixa tarifária.

Top 15 produtos por valor exportado em 2025
Produtos com maiores quedas absolutas (2025 vs. 2024)

Principais produtos — Bahia

Desempenho dos principais produtos da pauta exportadora baiana aos EUA em 2025, com variação frente a 2024 e respectiva faixa tarifária.

Top 15 produtos por valor exportado em 2025
Produtos com maiores quedas absolutas (2025 vs. 2024)
Produtos com maiores altas (2025 vs. 2024)

Comparador mensal — BA → EUA

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Total acumulado — meses selecionados
Mesmo período — ano anterior
Variação
vs. mesmo período ano anterior
Exportações BA → EUA — meses selecionados (US$ milhões)
Valores mensais e variação vs. mesmo mês do ano anterior
Exportações por setor — meses selecionados (US$ mil)
SetorTotal selecionadoMesmo período 2025Mesmo período 2024Var. 2026/2025Var. 2025/2024

Comparativo acumulado — BA → EUA

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Período A
Início
até
Fim
vs.
Período B
Início
até
Fim
Exportações BA → EUA — comparativo de 12 meses (US$ milhões)
Período B (anterior) Período A (recente)
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